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Mai 10

A Revolução da Media Social no Mundo Contemporâneo: http://cafehistoria.ning.com/video/a-revolucao-da-midia-social

Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

publicado por Arquivo Digital às 14:30

"Arquivos de Simón Bolívar passarão para controle do governo Chávez" - É o que conta o blog de Lúcia Glicério. Confira: http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/arquivos-de-simon-bolivar

publicado por Arquivo Digital às 14:29

20
Abr 10

http://www.digitalmedievalist.org/index.html

publicado por Arquivo Digital às 21:56

14
Abr 10
O que é o Podcast?
 
Um podcast é programa de rádio ou arquivo de áudio distribuído pela Web em sistema de transmissão online, que permite a um ouvinte cadastrado receber uma nova edição ao ligar-se à Web, sem ter de visitar o site em que esse programa é produzido. O podcast pode ser ouvido no próprio computador e em qualquer outro leitor de MP3.
 
Como Ouvir?

Para assinar e ouvir um podcast, é necessário ter um programa agregador de media (clique aqui para saber como conseguir um). Os programas mais práticos para isso são aqueles que acumulam as funções de agregador de media e de leitor de mp3, como o iTunes e o Winamp.

Depois de ter um desses programas instalado, deverá adicionar o endereço "xml" do podcast dentro do agregador. Em geral, esse endereço (também conhecido como "feed") é fornecido pelo site que hospeda o podcast, numa página da web, e é sinalizado por um pequeno botão laranja com a inscrição "xml" ou "rss". Clique com o botão direito do rato sobre esse ícone (ou sobre o endereço "xml") e escolha "copiar atalho". (Atenção: Não clique com o botão esquerdo sobre esse endereço, pois ele vai abrir apenas uma página de código irreconhecível para navegadores de Web.)

Para adicionar o endereço "xml" no iTunes, basta escolher a opção "advanced", no menu, e clicar em "subscribe to podcast". Tecle "Ctrl + V" para que o endereço copiado seja transferido para a janela de assinatura do iTunes. Clique "OK". O podcast assinado será incluído na lista de podcasts e as edições disponíveis do programa aparecerão em cinza numa lista. Para as gravar e ouvir, basta clicar duas vezes sobre um dos títulos. Depois do download, o programa pode ser ouvido clicando-se o botão "play" do iTunes.

Para adicionar o endereço "xml" no Winamp, dever-se-á clicar sobre a barra de comando do programa com o botão direito do rato e escolha "media library" (ou tecle o atalho "Alt + L"). Na lista que aparece à esquerda, escolha o item "subscriptions" (na secção "SHOUTcast Wire"). No painel da direita abrir-se-ão três janelas. Na janela "channel", escolha a opção "add". Aberta a janela de assinatura, tecle "Ctrl + V", para colar o endereço "xml" dentro da mesma. Depois clique em "add". Para ouvir o programa, selecione a edição desejada da lista e clique em "play".

A assinatura de um podcast no iTunes é um processo mais simples e com menos etapas do que a no Winamp. No entanto, o Winamp oferece a vantagem de que é possível ouvir o podcast antes de se decidir pelo download ou não (desde que o servidor em que o arquivo mp3 esteja hospedado permita isso), o que pode ser uma boa opção se o computador não tiver muito espaço livre em disco (lembre-se de que um podcast de dez minutos pode chegar a ter cerca de 15 Mbytes). O iTunes possibilita apenas ler a descrição do programa antes de fazer o download, caso o programa disponha de uma descrição em texto (fornecida pelo produtor).

Depois de ter assinado um podcast com o agregador de media, cada vez que se ligar à Web, ele vai "verificar" se há uma nova edição do programa e fará a actualização automaticamente. No iTunes, todos os podcasts ficarão gravados na janela acessível pelo menu "Podcast", da árvore de navegação da coluna à esquerda. No Winamp, os podcasts ficarão salvos na janela "media library", acessível pela tecla de atalho "Alt + L".

Além do Winamp e do iTunes, é ainda possível receber podcasts com outros programas, como o Juice (anteriormente conhecido como iPodder) e o jPodder, que não acumulam as funções de leitor de mp3. Para ouvir os programas, além do Juice, será preciso ter um leitor, como o Windows Media Player, RealPlayer, iTunes ou Winamp.

publicado por Arquivo Digital às 12:47

09
Abr 10

New on the Web: Digitization of the Fondo Plutei

http://digitalmedievalist.wordpress.com/2009/12/11/new-on-the-web-digitization-of-the-fondo-plutei/

 

The digitization project of the fondo Plutei of the Biblioteca Medicea Laurenziana aims at promoting knowledge of one of the most important manuscript collections in the world, making it known among non specialists and enabling access to an impressive cultural resource to all those users who cannot visit the physical locations of the florentine library. The digital collection resulting from the electronic acquisition of the manuscripts and metadata encoding will include more than 1.350.000 images, corresponding to more than 3900 manuscripts faithfully reproduced by virtue of digital scans, when the project will be completed (end of 2010).

At the present moment (December 2009) more than 600.000 images, corresponding to 1655 digitized manuscripts and their historical catalogues (which have also been digitized), are already accessibile on the web at the address http://teca.bmlonline.it/. These images come with scientific information resulting from a conversion in digital format of the three main printed catalogues, dating to the XVIII century, describing the manuscripts belonging to the Fondo Plutei.

The main goal of the project, besides spreading knowledge of our cultural heritage thanks to digital dissemination (by means of innovative instruments and services, suitable for different user ranges), is preserving the digital resources produced well in the future. A constant improvement of the electronic tools employed in the project will allow to protect and popularize our incredibly rich and valuable cultural heritage.

publicado por Arquivo Digital às 20:24

08
Abr 10

08 Abril 2010 - 15h09

Projecto de Economia Digital

Parlamento britânico aprovou o controverso Projecto de Economia Digital, por uma votação de 189 para 47. O projecto-lei contempla as infracções online dos direitos de autor, a pirataria na internet, a regulação da televisão e rádio e a classificação dos videojogos, entre outras coisas.

Contudo, a questão mais polémica desta proposta diz respeito à possibilidade de se cortar a ligação à internet aos internautas que trocam arquivos com direitos de autor com alguma regularidade. Face a esta decisão, as críticas no Twitter e em outras redes sociais não se fizeram esperar e apontam para o facto deste controle ser excessivo.

 

O objectivo do Projecto de Economia Digital é pôr fim à pirataria na rede e à partilha de ficheiros ilegais. 

 




Sónia Dias * com agências


publicado por Arquivo Digital às 16:05

06
Abr 10
Notas soltas sobre Ciência da Informação nº 4

Armando Malheiro da Silva, Universidade do Porto



Resumo
Longo hiato separa a terceira nota desta quarta que, ao aparecer, significa que há ainda manifesta vontade de prosseguir, neste blog da BAD, para expor ideias e suscitar o debate, mesmo que até à data não tenham chegado reacções ou comentários críticos e desafiadores de resposta pelas notas precedentes. Também é verdade que me apresento neste formato como um não-bloguista e muito mais como um “colunista” algo prolixo, capaz de se espraiar, por uma dezena ou mais de páginas, pouco preocupado que se cansem de o ler e não o leiam… Num tempo em que parece ter-se atingido um consenso universal de que a escrita pública ou publicada tem de ser lida e, para tanto, deve ajustar-se ao perfil de um leitor rápido, pouco concentrado e que não nos pode dispensar muito do seu precioso tempo (… ) aproveito, com algum atraso, para divulgar a edição no Brasil de mais um estudo feito no âmbito do iFHC, sigla de Instituto Fernando Henrique Cardoso. A partir de um caso concreto e específico, ou seja, com particularidades próprias, é proposta uma concepção arquivística, com aplicação a arquivos pessoais que não pode ser ignorada e é importante que seja conhecida, pelo menos, pela comunidade falante de português por esse Mundo afora. Uma concepção que tardava ser exposta por uma arquivista, a Professora Ana Maria Camargo, ávida leitora e coleccionadora de tudo quanto se tem escrito sobre Arquivos e Arquivística nas mais diversas latitudes e “escolas”, e que, finalmente, nos brinda com a sua perspectiva plasmada num texto, que se segue à Apresentação de Danielle Ardaillon, intitulado Ponto de Partida, ocupando umas densas trinta e oito páginas, sobre as quais recairão os meus comentários e reflexões.


Texto completo: PDF


publicado por Arquivo Digital às 22:57

04
Abr 10

 

Uma das primeiras regras que aprendemos é a forma como nos devemos dirigir aos outros, o modo como nos cumprimentamos, a forma como nos despedimos. Enfim, é um conjunto de regras básicas que nos orientam e nos ajudam a vivermos em sociedade.

Com a nova era que atravessamos, a da sociedade da informação, novos mundos virtuais são criados, paralelamente às nossas vidas quotidianas. O ser humano conseguiu encurtar as distâncias, mas será que conseguiu manter aquilo que os distingue das demais espécies, ou seja, a sua humanidade?

Passamos cada vez mais tempo a falar com os nossos amigos ou colaboradores, através da internet e “conhecemos” cada vez mais pessoas em redes sociais, mais do que propriamente na vida real. A interacção social deixou de ser face a face para dar lugar a um mundo que nos ultrapassa e projecta a nossa imaginação. Dá azo a uma certa criatividade interaccional que nos faz pensar estar a falar com alguém que, possivelmente, nem existe.

As expressões faciais passaram a tomar a forma de símbolos, como os smiles, indicadores simbólicos que expressam as nossas emoções ou ideias. A par desta nova realidade e a de nos olharmos uns aos outros cada vez menos olhos nos olhos, até mesmo no dia-a-dia, certos cuidados na forma como nos abordamos vão-se desvanecendo ou tomando diferentes formas.

Por exemplo, o envio de um email ainda cumpre ou deveria cumprir certas regras que a correspondência normal ainda vai mantendo. Mas quando enviamos um currículo ou outra qualquer mensagem e recebemos a notificação (your message was delected without being read – a sua mensagem foi apagada sem ter sido lida), provoca uma certa sensação de desconforto e indiferença que nos causa um certo incómodo.

É um pouco a sensação que se sente quando estamos à espera de uma entrevista de emprego e ninguém está disponível para nos receber. Porém, no ciberespaço tudo se torna ainda mais impessoal e é mais fácil eliminar alguém que à partida não nos interessa, sem dar a menor justificação. Basta apenas apagá-la.

Quando estamos a contactar com alguém via MSN por exemplo e, de repente, deixamos de obter qualquer resposta, ficamos literalmente “pendurados”, sem saber se do outro lado alguém caiu da cadeira, se está a falar com outra pessoa ou pura e simplesmente se esqueceu de nós. A facilidade com que apagamos os outros da nossa vida virtual é verdadeiramente assustadora.

Ainda há poucos anos atrás, essas formas de eliminação ainda poderiam passar por uma conversa na mesa de um café, até ao momento de dizer adeus, até qualquer dia. O mundo virtual, apesar de mais confortável e prático, não nos deixa mais seguros. Nem sempre temos feedback do outro lado. A incerteza, o individualismo, a dúvida mantêm-se. Virtualmente estamos mais próximos, mas continuamos tão desconhecidos como sempre fomos uns para os outros. A internet não nos tornou mais humanos mas cria-nos uma sensação dicotómica: a ilusão e a realização. A ilusão de pensarmos que estamos mais próximos uns dos outros e a realização de podermos pesquisar em tempo recorde assuntos do nosso interesse que de outra forma nos tomaria muito do nosso precioso tempo.

Por isso, seria de toda a utilidade mantermos regras de tratamento distintas, quando falamos com amigos, que efectivamente conhecemos, com as pessoas com quem trabalhamos ou com quem, de repente, nos aparece online e nos pede para o adicionarmos como “amigo”. Por abordar a palavra amigo, lembrei-me do poeta Alexandre O’Neill e do seu célebre poema “Amigo”: Mal nos conhecemos inaugurámos a palavra amigo (...) Amigo (recordam-se aí escrupulosos detritos?) Amigo é o contrário de inimigo (...) Amigo é a solidão derrotada.

Hoje em dia, mais do que sermos cidadãos do mundo, passamos a ser cidadãos digitais. Por isso, seria bom continuarmos a ter maneiras, mesmo se nos encontramos no mundo virtual e impessoal que é a internet, e tentarmos manter aquelas que ainda são regras básicas de educação.

E por falar em maneiras, não poderia deixar de citar um estudo importante, da Universidade da Beira Interior, da autoria de Ana Sofia Marcelo, intitulado “ A Internet e as novas formas de sociabilidade”, disponível na internet em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/marcelo-ana-sofia-internet-sociabilidade.pdf.

Devemos continuar a respeitar aquilo que ainda nos distingue ou deveria distinguir das outras espécies: a nossa capacidade de pensarmos e de comunicarmos com os demais, através de um dos pilares da nossa sociedade: a educação. Não custa nada responder-”acusamos a recepção do seu curriculum vitae”, “desculpa fui abaixo”, “olha, estava a falar com outra pessoa e distraí-me”, “tenho que ir”, “vou”, “fui”... 

publicado por Arquivo Digital às 20:13

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